Dollywood

novembro 12, 2008

Nosso primeiro podcast já está no ar.

O Dollywood é um podcast sobre filmes comentado por mim e pelo Uruguaio (Gustavo Bouryé, para os mais íntimos) que apresenta a nossa visão sobre alguns filmes assistidos por nós. Nossa opinião não deve ser levada muito a sério porque a gente não estuda cinema e nem assiste milhares de filmes por ano. São apenas relatos e constatações de dois leigos, mas garanto que é divertido.

Ouçam e comentem.

http://www.podcast1.com.br/programas.php?codigo_canal=3837&numero_programa=1

Até o próximo post.

Corel X4, será que mudou?

outubro 9, 2008
       
           Estive analisando o software CorelX4 para fazer uma comparação com o CorelX3.
           O CorelDraw é um software muito utlizado por mim e por meus colegas e com o uso, ao longo dos anos, compartilhamos alegrias e frustrações em relação ao programa.
           Para começar a brincar com o programa abri ele e me deparei com uma abertura no estilo do Ilustrator (programa da Adobe), com algumas opções de tutoriais e explicações sobre o programa. Com certeza, mais interessante do que a versão anterior. Então, verifiquei algumas mudanças interessantes às quais relatarei abaixo:
  1.       O atalho “p” para centralizar a página não existe mais. Para centrálizá-la é necessário ir até o “Arrange” > “Align and Distribute” > “Center to Page”. Uma perda de tempo enorme, comparada à facilidade que se tinha antes. Mas, a boa notícia é que os atalhos “c”, “e”, “r” e “t”, para alinhamentos com outros objetos, ainda funcionam.
  2.       A ferramenta “Fill” agora contém as opções listadas verticalmente e com o nome da respectiva ação do lado. Ex: gradiente.
  3.       A ferramenta “Eyedropper” agora parece estar diferenciando melhor as cores. No CorelX3, em algumas situações, como em fotos com vários tons de uma mesma cor, a “Eyedropper” não conseguia captar a cor.
  4.      O CorelX4 possui uma ferramenta para imagens 3D. É possível extrudar um quadrado e transformá-lo num cubo com uma ferramenta que possibilita a escolha da representação (isométrica, cavalera) e os em quantos graus será vista cada face da forma escolhida. Além disso, a ferramenta “Bevels” permite a realização de chanfros na imagem 3D e a utilização de luzes que se realiza por face, escolhendo a intensidade de luz de cada face. Parece interessante, mas a precariedade das imagens e da suposta “iluminação” motiva vontades de renderizar no AutoCad (<o>). Bem ruim.
  5.       A interface com alguns ícones coloridos ajuda a localizar as ferramentas. Os ícones parecem estar um pouco maiores e a utilização das cores, ressalta as ferramentas.
  6.      A opção de mudar a orientação da página por página também auxilia na geração de alternativas (dá-lhe Tadeu!) sem precisar abrir um arquivo novo.
  7.       A ferramenta “Drop Shadow” está um pouco mais realista do que na edição anterior.
  8.       Ao escolher a fonte para o texto, o CorelX4 não vem com a opção de ver o exemplo da fonte no texto que foi escrito, o que causa pavor na primeira impressão, mas é só modificar na “Font List Options” a opção que permite visualizar o menu de fontes como exemplo.
  9.      Não fui eu quem instalou o programa no meu computador, mas em vários fóruns li que a instalação está mais rápida que a do X3.
  10.       A resolução de um bitmap e o modo de cor, quando selecionado, passaram a ser exibidos na barra de status. Muito bom. 
  11.       A modificação manual do tamanho de texto agora pode ser feita tanto com a ferramenta de edição de texto (no X3 não pode) como com a de seleção.
  12.       Ao clicar em uma ferramenta, abaixo de todas as “ferramentas principais” que ficam listadas verticalmente, surgem as ferramentas opcionais do botão que foi acionado. Na versão anterior, era necessário clicar no botão e escolher a ferramenta, caso precisasse mudá-la, dentro de um mesmo grupo de funções, era necessário acionar o botão, novamente. Economia de tempo importante na hora de trabalhar.
  13.       No CorelX4, há a opção de duplicar a página que está sendo trabalhada. Muito mais rápido do que inserir uma nova página e copiar todo o conteúdo. Economia de tempo.
  14.       No CorelX4 parece estar mais simples trabalhar com layers. O layout foi modificado para uma visualização mais rápida do layer em que se está trabalhando e uma maior organização das camadas.
  15.       Agora, as linhas guia ficam nos layers e não no documento todo, ou seja, ao posicionar uma linha guia em uma página ela não se repetirá em todas as outras, à menos que seja copiada para outro layer.
  16.       Alguns botões foram retirados da barra de ferramentas como: “Tratar Como Preenchido” e “Livro de Recortes”.
  17.       Algumas ferramentas foram adicionadas coma a “Table Tool”, uma ferramenta de inserção de tabelas parecida com a do Word.
           Concluindo, o CorelX4 sofreu poucas modificações e isso causou a ira de alguns usuários, tendo em vista que o CorelX3 foi disponibilizado em 2005. Alguns problemas foram corrigidos e poucas coisas novas foram implantadas. Mas o layout facilitou a utilização do software e deixou a tela mais agradável e leve para se trabalhar. A parceria com a “What the font” qualificou o CorelX4. Trata-se de uma integração com o site que possibilita a identificação de fontes de logotipos ou imagens.

 

          Não pude colocar as imagens comparativas de cada ferramenta sendo utilizado, pois ainda não consegui instalar o CorelX4 no meu computador. Utilzei este software no pc do meu irmão, que não tem o CorelX3, então, não organizei as imagens comparativas. Mas prometo, que no próximo post, detalho e explico nas imagens as comparações feitas acima.

Design de Interface para Idosos

setembro 11, 2008

Achei um texto interessante sobre Design de Interface para Idosos.

 

Design de Interface para Idosos

“Things should be made as simple as possible, but not any simpler”. Albert Einstein

 

       Os seres humanos possuem uma ampla variedade de habilidades que os diferenciam uns dos outros. Essas diferenças podem ser categorizadas em termos culturais, idade, gênero, personalidade, habilidades cognitivas. Aqui, neste artigo, o foco recai, principalmente, sobre o aspecto idade e respectivas habilidades cognitivas e sensoriais.

        Em primeiro de outubro foi comemorado o dia mundial do idoso. Aqui no país, segundo dados do IBGE do último censo realizado em 2000, a população de idosos (com idade superior a 65 anos) corresponde a 6,48% de toda população brasileira. Comparativamente aos dados de 1991, quando havia 5,44%, houve um crescimento de quase 1%. A América Latina tem um percentual de cerca de 5% da população total composta de idosos. Esse percentual sobe para 13% e 14% na América do Norte e Europa, respectivamente. Trata-se, portanto de uma tendência para qual projetistas de interfaces de usuário (também denominada como interface gráfica de usuário) precisam considerar.

       O envelhecimento traz consigo uma variedade progressiva de mudanças no conjunto de habilidades do ser humano que envolve a percepção, sentidos, cognição e condição de rápida resposta (a situações com as quais o indivíduo se depara). É comum haver uma gradual redução no tempo de resposta a estímulos visuais ou sonoros recebidos do ambiente, em parte, pela redução da acuidade visual e auditiva. Em outras situações, o raciocínio é mais lento assim como as ações de reação.

       Um requisito essencial no projeto da interface de usuário de sistemas é ter a usabilidade (isto é, facilidade de uso e aprendizagem do sistema). A interface precisa ser intuitiva e levar em consideração o universo de seus usuários. Estudo de usabilidade realizado com idosos quando essa classe de usuários estava usando site de buscas indicou que cerca de 1/3 dos usuários sentem dificuldade em fazer uso dos recursos de busca avançada de sites de busca. Quase 50% do universo de usuários pesquisado ficaram confusos com a opção que os sites oferecem ao procurar facilitar a busca do usuário (por exemplo quando o site sugere “Did you mean …”).

       Hoje em dia as pessoas e também os idosos estão cada vez mais dependentes da tecnologia à medida que ela se insere em nosso cotidiano. Para tanto, tanto a acessibilidade quanto usabilidade deve prevalecer nos produtos e sistemas desenvolvidos. Isto implica na necessidade de desenvolver interface de usuário que ofereçam suporte a usabilidade e acessibilidade levando em consideração as limitações e características da diversa população de usuários com diferentes habilidades, necessidades e preferências. Para tanto, as interfaces devem oferecer interação multimodal, intuitiva e adaptativa.

       As interfaces de usuário devem considerar que à medida que as pessoas envelhecem, suas habilidades sensoriais e cognitivas apresentam respostas lentas. Por exemplo, semáforos podem ter os sinais maiores e mais luminosos com o objetivo de facilitar a visibilidade dos idosos, além de tornar o tráfego mais seguro. O contraste de interfaces de usuário e o tamanho das fontes (i.e. tipos de letras) utilizados em programas de computador podem ser aumentados para realçar melhor o conteúdo e facilitar a leitura. Um outro recurso que pode facilitar é a tela por toque que ‘dá a sensação ao usuário de controle sobre a aplicação’ com a qual ele interage. E o mais importante de tudo: simplicidade. Quantos menos, melhor. Quão menor for a quantidade de recursos de disponíveis na aplicação, mais intuitiva ela será e, portanto, mais fácil será seu uso.

       Segundo dados de Departamento de Comércio dos EUA, a população mundial de idosos tem aumentado em aproximadamente de 800.000 a cada mês. Exatamente isso, 800.000 idosos a mais a cada mês. Enquanto temos o prazer de conviver com pessoas de grande experiência e que portanto podem colaborar e muito para termos um mundo melhor, é de suma importância que os projetistas de interfaces de usuário (de sistemas computacionais) e de outros artefatos levem essa importante fatia da população em consideração para que elas não se sintam excluídas da era da Internet e possam desfrutar de todos os benefícios que a tecnologia pode oferecer.

    

       

 

 

 

 

 

 

Achei interessante os estudos para projetar uma interface de fácil utilização para idosos. Apesar do texto estar mal escrito, a idéia é que vale. Mas frases como ” Hoje em dia as pessoas e também os idosos…” tiram os créditos do autor.

       Minha vó sempre pediu para mim e para os meus irmãos ensinarmos ela a “mexer no computador”, mas nunca parou do nosso lado para aprender. Porém, essa semana ela quis ir à academia comigo e comprou copos novos para beber cerveja com os amigos. Quem disse que idade é motivo para acomodação?

Bom, este foi o meu primeiro post. Espero que tenham gostado.


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